Neto explica por que desistiu de concorrer à presidência do Corinthians: “Fiquei com medo”

Compartilhe

Ídolo da torcida cita problemas do clube para não tentar o cargo

A eleição presidencial do Corinthians, marcada para 28 de novembro, poderia ter contado com Neto como um dos candidatos. Mas o ídolo da Fiel desistiu da disputa.

O ex-camisa 10 contou neste domingo, na TV Bandeirantes, onde trabalha, que chegou a cogitar o cargo e até a iniciar uma preparação para ele há alguns anos.

– Eu estava me preparando, fazendo muita coisa. Eu poderia ser candidato – disse ele.

Mas, segundo Neto, problemas no clube o convenceram a não entrar na disputa.

– Quando veio a Lava Jato, o problema do estádio, todas as coisas que começaram a surgir, preferi ficar com a minha família. Fiquei com medo – completou.

Mais notícias sobre o Corinthians:
+ Processos, dívidas e Arena: a crise do Corinthians
+ Elenco soma 21 caso de Covid; maioria se recuperou
+ Ex-clube de Jô confirma rescisão e leva caso à Fifa

Neto conta que desistiu de concorrer à presidência do Corinthians — Foto: GloboEsporte.com

As próximas eleições

Por enquanto, foram lançadas apenas duas candidaturas: a de Paulo Garcia, segundo colocado na última eleição, e de Augusto Melo, que trabalhou no departamento de base do clube no mandato de Roberto de Andrade (2015 – 2018).

Mario Gobbi deve ser o próximo a confirmar sua candidatura à presidência, cargo que ocupou de 2012 a 2015. Também ex-diretor de futebol do Corinthians, Gobbi tem aproveitado o momento de pandemia para fazer live com outros opositores falando sobre um possível retorno, mas ainda não trata publicamente a candidatura como oficial.

O grupo “Renovação e Transparência”, que está no poder desde 2007, ainda não anunciou quem será seu representante no pleito. O favorito é o atual diretor de futebol, Duílio Monteiro Alves. Recentemente, em entrevista ao GloboEsporte.com, Duílio disse que ainda “não é hora” de falar de eleição.

Sem possibilidade de reeleição, o presidente Andrés Sanchez tem afirmado que se manterá neutro e não fará campanha por nenhum candidato. Isso é visto por opositores como um apoio velado a Paulo Garcia, que tem lhe dado sustentação nas votações do Conselho Deliberativo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *