Ibovespa sobe após Trump garantir que acordo com a China está “intacto”; dólar cai a R$ 5,21

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Pré-market mostra ganhos diante de um foco de risco a menos no noticiário internacional

Ibovespa Futuro abre em alta nesta terça-feira (23) após o presidente americano Donald Trump afirmar que “o acordo comercial com a China está totalmente intacto”. A declaração foi dada após os comentários de Peter Navarro, consultor comercial da Casa Branca, terem dado a entender o contrário, alimentando temores por parte dos investidores.

No Brasil, a Polícia Federal faz operação para encontrar Márcia Oliveira de Aguiar, a esposa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Márcia é acusada de participar com Queiroz do esquema da “rachadinha” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ela tem prisão decretada e está foragida.

Hoje também foi divulgada a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). No documento, o Banco Central reiterou que eventual ajuste futuro na Selic (a taxa básica de juros) será apenas “residual”. “Neste momento, o Comitê considera que a magnitude do estímulo monetário já implementado parece compatível com os impactos econômicos da pandemia da Covid-19.”

Às 09h10 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa para agosto tinha alta de 1,09% a 96.845 pontos.

Hoje também foi divulgada a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). No documento, o Banco Central reiterou que eventual ajuste futuro na Selic (a taxa básica de juros) será apenas “residual”. “Neste momento, o Comitê considera que a magnitude do estímulo monetário já implementado parece compatível com os impactos econômicos da pandemia da Covid-19.”

Já o dólar futuro para julho opera em queda de 0,75% a R$ 5,215.

Apesar do bom humor entre os investidores nesta terça-feira, segue no radar o avanço dos casos da Covid-19 pelo mundo e os efeitos da pandemia na atividade econômica. Há o receio que uma segunda onda de contágio atrase a retomada do crescimento global. O coronavírus já infectou 9,2 milhões de pessoas no mundo e o número de mortes já chega a quase 475 mil.

Efeito da pandemia no PIB

A agência de classificação de risco Moody’s reduziu as perspectivas econômicas para o Brasil em 2020, alertando que a recuperação do Brasil pode ser afetada pelas incertezas em torno da capacidade do país em controlar a pandemia.

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