11 de setembro de 2001: Uma data que a humanidade jamais vai esquecer

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O ataque terrorista ceifou 3 mil vidas quando jatos de passageiros sequestrados por terroristas, em 11 de setembro de 2001, se chocaram contra o World Trade Center e o Pentágono. Mas a tragédia atual do novo coronavírus já matou mais de 23 mil pessoas só em Nova York.

A cidade de Nova York relembra neste 11 de setembro a tragédia que há 19 anos ceifou quase 2,7 mil vidas de nova-iorquinos e quase 3 mil nos Estados Unidos. Tal lembrança ocorre enquanto o País ainda vive uma nova tragédia, a do novo coronavírus, que ainda teima continuar matando milhares de pessoas. Só em NY, o vírus já matou mais de 23 mil.

As famílias se reunirão novamente para homenagear seus entes queridos no local onde suas vidas foram roubadas. As bandeiras estarão com meio mastro e os sinos tocarão na cidade de Nova York como fizeram nos anos anteriores, soando um estrondo de luto coletivo pelos mortos em um dos dias mais sombrios da história americana.

No entanto, os rituais sombrios e solenes que anualmente marcam uma tragédia que colocou Nova York e a nação de joelhos serão alterados em um momento de outra crise – marcada por perdas devastadoras.

já se passaram 19 anos desde que jatos de passageiros sequestrados por terroristas se chocaram contra o World Trade Center e Pentágono. Quase 3 mil vidas foram perdidas, cerca de 2,7 mil delas em Nova York, no ataque mais mortal no história do país, um golpe para a psique da América.

Agora, os Estados Unidos enfrentam uma calamidade muito mais mortal. Durante a pandemia de coronavírus, os Estados Unidos ultrapassaram o número de mortes de 11 de setembro de 2001 em muitas ordens de magnitude. Só na cidade de Nova York, mais de 23 mil pessoas morreram do vírus.

É uma crise que não acabou. Embora a cidade tenha lutado para se recuperar, a ameaça do Covid-19 ainda permanece.

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