Tremores de terra em gramado: prefeitura da cidade pretende instalar três sismógrafos

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Moradores do bairro Piratini narraram oito situações com abalos e estrondos recentemente

Sem conseguir esclarecer a origem de uma série de tremores de terra relatados por moradores entre o fim de agosto e o início de setembro, a prefeitura de Gramado decidiu instalar até três sismógrafos na cidade. Atualmente, o aparelho que detecta os movimentos do solo mais próximo fica no Parque do Caracol, em Canela. Porém, a estação mantida pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo estava inoperante, já que as atividades estão suspensas devido à pandemia de coronavírus, e não registrou os tremores.

Apenas a USP mantém sismógrafos no Rio Grande do Sul, de acordo com a Rede Sismográfica Brasileira. Além de Canela, há estações em Caçapava do Sul, Itaqui e Pelotas, que não registraram os tremores em Gramado. Em Santa Catarina, a estação mais próxima fica em Treze de Maio, no Sul do Estado vizinho, mas por lá também não houve registros.

Sem conseguir esclarecer a origem de uma série de tremores de terra relatados por moradores entre o fim de agosto e o início de setembro, a prefeitura de Gramado decidiu instalar até três sismógrafos na cidade. Atualmente, o aparelho que detecta os movimentos do solo mais próximo fica no Parque do Caracol, em Canela. Porém, a estação mantida pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo estava inoperante, já que as atividades estão suspensas devido à pandemia de coronavírus, e não registrou os tremores.

Apenas a USP mantém sismógrafos no Rio Grande do Sul, de acordo com a Rede Sismográfica Brasileira. Além de Canela, há estações em Caçapava do Sul, Itaqui e Pelotas, que não registraram os tremores em Gramado. Em Santa Catarina, a estação mais próxima fica em Treze de Maio, no Sul do Estado vizinho, mas por lá também não houve registros.

É um estrondo assustador, todo mundo saiu na rua pra ver o que estava acontecendo. O que me causa estranheza é que foram vários dias seguidos e depois não se ouviu mais nada —  completa a autônoma Iria de Souza Pinto, 67. 

Não há registros de danos estruturais, o que aumenta a desconfiança entre os moradores de que os fenômenos estão relacionados a detonações irregulares. Segundo a prefeitura, essa hipótese foi descartada por especialistas.

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