Livro de Mandetta é feito de ressentimento, vingança e tem jogada política

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Não há como escrever um livro sobre um ano de governo do presidente mais desqualificado que o Brasil já teve.

Bolsonaro não rende um livro, nem um desses à la minuta. O sujeito somente renderia um livro se alguém contasse suas relações complicadas com os militares.

Mas aí o autor precisaria ser um militar. Ele mandou seis generais embora do governo. Mas nenhum parece ter o perfil de quem possa fazer revelações.

A hierarquia e a disciplina não permitem. Todos os generais que Bolsonaro desprezou e humilhou teriam muito a contar.

Um livro sobre os civis medíocres de Bolsonaro, sem a copa e a cozinha dos militares, vale tanto quanto um livro de sonetos de Alexandre Garcia.

Estão publicando pílulas do livro de Luiz Henrique Mandetta. Mas a cada trecho publicado a sensação que fica é a de que temos mais uma obra com muitas curiosidades e pouca densidade.

Eu terei pelo livro o mesmo interesse que tenho pela música da dupla sertaneja Silveirinha e Silveirão. E vou dizer por quê.

Um livro como esse, feito na pressa, é resultado da sofrência de quem o escreveu (ou mandou que escrevessem). Tem ressentimento, tem vingança e tem jogada política.

Não parece ser um livro com informações relevantes, mesmo que reafirme a face mais grotesca de Bolsonaro com detalhes observados por quem esteve ao seu lado.

Um livro como esse, feito na pressa, é resultado da sofrência de quem o escreveu (ou mandou que escrevessem). Tem ressentimento, tem vingança e tem jogada política.

Não parece ser um livro com informações relevantes, mesmo que reafirme a face mais grotesca de Bolsonaro com detalhes observados por quem esteve ao seu lado.

A única revelação importante de Taís é a contida em uma frase de Augusto Heleno, que se refere a Bolsonaro, num encontro com empresários, como “um despreparado”. O resto é uma compilação de notinhas.

Não há como escrever um livro sobre um ano de governo do presidente mais desqualificado que o Brasil já teve.

Bolsonaro não rende um livro, nem um desses à la minuta. O sujeito somente renderia um livro se alguém contasse suas relações complicadas com os militares.

Mas aí o autor precisaria ser um militar. Ele mandou seis generais embora do governo. Mas nenhum parece ter o perfil de quem possa fazer revelações.

A hierarquia e a disciplina não permitem. Todos os generais que Bolsonaro desprezou e humilhou teriam muito a contar.

Um livro sobre os civis medíocres de Bolsonaro, sem a copa e a cozinha dos militares, vale tanto quanto um livro de sonetos de Alexandre Garcia.

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