Extrato de própolis tem sido eficaz no tratamento de pacientes com Covid-19

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Um estudo clínico executado pela Apis flora obteve resultado positivos no uso do extrato de própolis EPP-AF® para o tratamento da doença causada pelo novo coronavírus.

O própolis é um produto elaborado pelas abelhas a partir de substâncias resinosas coletadas em brotos, flores, folhas e cascas de plantas combinadas com a cera, pólen e a saliva das abelhas, serve para proteção e revestimento da colméia, possui propriedades que protegem contra bactérias, vírus e fungos.

O trabalho é conduzido pelo médico nefrologista e pesquisador clínico Marcelo Augusto Duarte Silveira em parceria com a Dra. Andressa Berretta, o estudo contou com 124 pacientes do Hospital São Rafael em Salvador(BA). Os pacientes fizeram o tratamento padrão 40 pessoas receberam 400 mg/dia de própolis, 42 pessoas receberam 800 mg/dia de própolis; e 42 pessoas não receberam própolis.

O professor David de Jong da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e um dos autores do estudo disse:

“A administração oral da substância foi segura, pois não houve eventos negativos associados ao uso. Além disso, a diminuição do tempo de internação após a intervenção foi significativa. O grupo controle, que não ingeriu própolis, ficou 12 dias hospitalizado após o início do tratamento. Já os grupos que receberam doses mais baixas e mais altas ficaram, respectivamente, 7 e 6 dias internados”

“Outro ponto importante de destaque na pesquisa é que as propriedades da própolis podem ajudar a reduzir os processos inflamatórios por inibição da PAK1, que está associada a uma maior necessidade de cuidados intensivos e com altas taxas de mortalidade”, conta David.

O uso do extrato de própolis EPP-AF®  ajudou também na diminuição de incidências de lesões renais que é um dos fatores de risco para os pacientes com coronavírus.

“A própolis EPP-AF(R) possui patente já concedida, segurança e eficácia comprovada,  com ausência de interação significativa com medicamentos em estudos clínicos, e assim, não tem qualquer risco” assegura Andressa Berretta, gerente de P&D da Apis flora e é também responsável pela padronização do produto.

Segundo os pesquisadores o passo seguinte é a realização de um ensaio clínico duplo cego (realizado em seres humanos onde nem o examinado, nem o examinador sabem o que está sendo utilizado como variável em dado momento) com placebo e também contendo um número maior de pacientes.

Para ver todas as informações sobre o estudo a Apis flora disponibilizou o site www.propoliscontracovid.com.br . No site tem a apresentação dos dados e a biografia dos autores.

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