Belo Horizonte não prevê exigir ‘passaporte da vacina’ para grandes eventos
Estratégia adotada pela prefeitura de São Paulo para conter avanço da Covid-19 em eventos com mais de 500 pessoas, o “passaporte da vacina” não está previsto para ser implementado em Belo Horizonte. A exigência do comprovante de imunização para ter acesso a locais com aglomeração entrou em vigor nesta quarta-feira (1) na cidade paulista.
“A Prefeitura de Belo Horizonte informa que não há previsão de adotar medidas semelhantes no município. É importante ressaltar que a estratégia principal para o enfrentamento à pandemia é a imunização da população, conforme as orientações do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde”, informou o executivo.
“A Prefeitura de Belo Horizonte informa que não há previsão de adotar medidas semelhantes no município. É importante ressaltar que a estratégia principal para o enfrentamento à pandemia é a imunização da população, conforme as orientações do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, do Ministério da Saúde”, informou o executivo.
Em Minas, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) observou que a comprovação da imunização completa contra a Covid se dá pela apresentação do cartão de vacinação ou por meio do ConecteSUS. “Com relação aos eventos, COES Minas Gerais publicou protocolo com regras para a realização de eventos e grandes eventos, de qualquer natureza. Nos casos dos grandes eventos (com mais de 600 pessoas), além das regras gerais aplicáveis, é exigida a apresentação de cartão de vacinação que comprove vacinação completa contra Covid-19 há 15 dias ou mais, ou teste PCR (ou laudo médico) que comprove positividade para Covid-19, entre os últimos 15 e 90 dias”, frisou a pasta.
No entanto, a SES destacou que cada município tem autonomia para definir as medidas que serão adotadas considerando “à realidade local para o controle da pandemia.