Bolsonaro pede que parlamentares votem contra reforma tributária na Câmara

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou nota na noite desta quarta-feira para 6 de dezembro pedindo aos parlamentares que votem contra o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) relacionado à reforma tributária. Em justificativa, Bolsonaro diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “diz que tem orgulho de ser comunista, que a Venezuela é uma democracia, que é amigo de Ortega que prende padres e persegue freiras”. O ex-representante do
também disse que Lula estaria comemorando sua suspensão. “Só por isso, se eu fosse deputado, votaria contra tudo que vier do PT durante todo o mandato”, disse Bolsonaro. Esta é sua segunda declaração de reforma esta semana.
O recurso
veio no mesmo dia em que o líder da bancada do PL na Câmara dos Deputados, Altineu Côrtes, afirmou que a decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicano), “sensibilizou a bancada do PL”. e poderia conflitar com a primeira orientação ao votar contra a proposta de reforma tributária. O PL
é o maior partido da Câmara com 99 deputados. Uma opção que circula nos bastidores da Câmara dos Deputados é liberar a bancada para votar a moção.
Tarcísio se encontrará com Bolsonaro nesta quinta-feira, 6 de maio, às vésperas da votação do plenário sobre o tema. Apesar das garantias de que não pretende persuadir o ex-presidente a apoiar o texto, a decisão é vista como uma forma de conquistar o apoio dos parlamentares poloneses.

Apresentarei os argumentos que me convenceram da reforma tributária. O Presidente tem muita experiência, é um grande líder que consegue convencer qualquer um de qualquer coisa. “Só vou colocar o que vejo na reforma”, disse ele após reunião com a bancada republicana.

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