Países árabes e a Turquia culpam Israel pelo ataque ao hospital, apesar da negação das IDF

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A Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein juntam-se ao Egipto, à Jordânia e à Turquia na culpabilização de Israel pelo bombardeamento do Hospital Árabe Al-Ahli na cidade de Gaza, que se acredita ter matado centenas de palestinianos.

As IDF disseram que a Jihad Islâmica Palestina foi responsável pelo disparo de um foguete errante que atingiu o hospital.

“Este desenvolvimento perigoso força a comunidade internacional a abandonar os padrões duplos que tem usado para aplicar selectivamente o direito internacional quando se trata de práticas criminosas israelitas e exige uma postura séria e firme, a fim de fornecer protecção a civis indefesos”, afirma o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita em uma afirmação.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Bahrein aproveita a oportunidade para apelar a um “cessar-fogo urgente em Gaza” e afirmar o seu “apoio a qualquer esforço regional ou internacional que possa diminuir a escalada e parar a violência, bem como reavivar o processo de paz” para trabalhar por uma situação de dois Estados. solução.

O conselheiro do presidente dos Emirados Árabes Unidos, Anwar Gargash, lamenta a “tragédia humana e as cenas horríveis de pessoas inocentes como resultado do ataque israelense condenado ao Hospital Batista em Gaza”, acrescentando em um tweet que os civis não devem ser alvos sob o direito internacional.

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