Rio Grande do Sul inicia construção de cidades provisórias

Compartilhe

O poder público, em parceria com a iniciativa privada, deu início à construção dos primeiros três Centros Humanitários de Acolhimento (CHA) no Rio Grande do Sul. Essas estruturas, anteriormente chamadas de “cidades provisórias”, têm como objetivo acolher as pessoas desabrigadas pelas enchentes que assolam o estado.

Em Canoas, estão sendo erguidas 208 casas montáveis cedidas pela Agência da Organização das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) no CHA próximo à Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). No Centro Olímpico Municipal (COM) e no CHA do Centro Vida, em Porto Alegre, estão sendo instaladas estruturas modulares para compor os demais centros.

A previsão do governo é que o primeiro CHA esteja pronto até o final deste mês, possibilitando o acolhimento de famílias em até 20 dias. Atualmente, cerca de 10,4 mil pessoas estão em abrigos públicos no RS. Os CHAs terão capacidade para receber até 3,7 mil pessoas.

Segundo o vice-governador Gabriel Souza, os Centros Humanitários de Acolhimento representam uma solução transitória entre os abrigos atuais, que são alojamentos provisórios, e as futuras residências definitivas do programa habitacional anunciado pelo governo Federal.


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *